Cris Casares

Nasceu em São Paulo em 1969, e ainda pequena mudou-se para a Bélgica.
 Lá começou a Faculdade de Belas Artes, onde se associou a um Cine Clube. Depois de assistir a um filme de Truffaut pela primeira vez, largou a faculdade, e mudou-se para a França, com o objetivo de fazer cinema.
Em Paris, se tornou crítica de cinema e colunista da revista “Paris Match”; escrevia sob o pseudônimo “Simone Du Beauvoir”. Logo entrou na escola de cinema Francesa “École Nationale Supérieure Louis Lumière”.
Com o seu primeiro curta ganhou o Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), um dos principais do mundo.
Com seus outros curtas e longas, ganhou mais diversos prêmios, como: Festival Internacional de Cinema de Karlovy Vary, Hong Kong Film Award, Premios Goya, Australian Film Institute Awards, Festival de Veneza, BAFTA, Festival de Cannes,  entre outros.
Seus filmes têm um constante enfoque humanista, e apesar de não serem muito conhecidos no Brasil, no exterior ela é considerada uma das documentaristas mais inovadoras, e sempre com um assunto pertinente a tratar.
Suas obras mais conhecidas são: “Mémoire Decoupée” e “Le Monde n´a pas Besoin de Certaines Personnes “ (Sem tradução para o português).
Atualmente filma um documentário sobre música.